sábado, 31 de julho de 2010

Texto em código

35T3 P3QU3N0 T3XTO 53RV3 4P3N45
P4R4 M05TR4R COMO NO554 C4B3Ç4
CONS3GU3 F4Z3R
CO1545 1MPR3551ON4ANT35!
R3P4R3 N155O!
NO COM3ÇO 35T4V4 M310 COMPL1C4DO,
M45 N3ST4 L1NH4 SU4 M3NT3
V41 D3C1FR4NDO O CÓD1GO
QU453 4UTOM4T1C4M3NT3,
S3M PR3C1S4R P3N54R MU1TO, C3RTO?
POD3 F1C4R B3M ORGULHO5O D155O!
SU4 C4P4C1D4D3 M3R3C3!
P4R4BÉN5!
(desconheço o autor)
Wanderley Elian



sexta-feira, 30 de julho de 2010

A arte em Minas - Giramundo Teatro de Bonecos

O Giramundo é um grupo muito ativo. No campo dos espetáculos, criou 33 peças em 37 anos, o que representa quase uma montagem por ano. Este ritmo acelerado foi um dos responsáveis pela significativa coleção de bonecos do grupo e da formação de uma ampla  experiência de montagem de espetáculos para teatro de bonecos.
Dois lados coexistem na criação dos espetáculos do Giramundo:  um tradicional, interessado pelas formas históricas do teatro de bonecos, e outro experimental,  orientado pela pesquisa das possibilidades de encenação de bonecos. Essa dualidade se traduz praticamente em toda a carreira do Giramundo, especialmente nas últimas montagens, onde a introdução do vídeo abriu alternativas de intercâmbio entre teatro de bonecos e vídeoanimação.
(fonte: WWW.giramundo.org) 


Wanderley Elian

quinta-feira, 29 de julho de 2010

A arte em Minas - Grupo Galpão

Grupo Galpão é um grupo de teatro de rua originário de Belo Horizonte. Fundado em 1982 por Teuda Bara, Eduardo Moreira, Wanda Fernandes e Antônio Edson, teve sua primeira peça E a Noiva Não Quer Casar, encenada na praça 7, em novembro de 1982.
A origem do grupo está relacionada a uma oficina que aconteceu em Diamantina, em ocasião do Festival de Inverno da UFMG que despertaria em alguns participantes a formação do grupo. A trupe se encontrou na oficina de teatro dos alemães Kurt Bilodstein e George Froscher , do Teatro Livre de Munique, que trabalhavam com o teatro de rua. A oficina resultou em  A Alma Boa de Setsuan, de Bertolt Brecht, a primeira montagem do grupo.
Sua fama veio em 1992, quando encenou Romeu e Julieta de  Shkespeare, com uma montagem típica de teatro de rua, recebendo os prêmios do juri popular do Festival Nacional de Teatro de Curitiba e Shell especial em 1993. O grupo fez também várias turnês nacionais e internacionais, embora suas temporadas normalmente sejam curtas. Em 2000 tornou-se o primeiro grupo brasileiro a apresentar-se no Globe de Londres, famoso local onde se encenam apenas peças de Shakespeare, com sua versão de Romeu e Julieta.
(fonte Wikipédia) 


Wanderley Elian

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A arte em Minas - Grupo Corpo

O Grupo Corpo é uma companhia de dança contemporânea brasileira criada em 1975 em Belo Horizonte/MG, sendo conhecida por todo o Brasil  e em diversos países.
A companhia foi fundada por Paulo Pederneiras (diretor-geral), Rodrigo Pederneiras (inicialmente bailarino e depois coreógrafo), Pedro Pederneiras, Carmem Purri, Miriam Pederneiras e Cristina Castilho.
A inspiração para a montagem do grupo surgiu após Rodrigo Pederneiras ter participado de uma oficina durante o Festival de Inverno da UFMG com o bailarino argentino Oscar Araiz. O primeiro espetáculo do grupo, Maria Maria, foi coreografado pelo argentino Oscar  Araiz, percorreu 14 países permaneceu em atividade no Brasil de 7976 até 1982.
Em 1978, se junta ao grupo Emilio Kalil, que assume a co-direção junto com Paulo Pederneiras.
O grupo foi companhia residente  na Maison de La  Danse, em Lyon, na França de 1995 a 1999.
(fonte Wikipédia)


Wanderley Elian

terça-feira, 27 de julho de 2010

Coração partido

Procurar culpado
 não muda
os fatos,
 tive culpa,
tivestes culpa,
tentar outra vez de
nada adiantará,
sempre ficam marcas
quando se cola
um coração
 partido.

Wanderley Elian

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Trapaça


Contigo aprendi
A perder e achar graça
Pagar e não dá importância
Contigo a trapaça
Por trás da trapaça
É pura elegância.

Se deres por falta
Do te sorriso esperto
Dos seus sortilégios
Entende e perdoa
Eu ando nas ruas
Com o sol descolado
Da tua pessoa.

Chico Buarque

Wanderley Elian


sexta-feira, 23 de julho de 2010

Abandono

Quando a porta 
se fechou,
lá fora ficaram
os planos,
a esperança,
e os amores
não vividos,
sentei-me à mesa
e bebi   a minha
 taça de fel
acompanhado da
solidão.

Wanderley Elian

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Lei da selva












Personagens: O Gafanhoto estressado e a Aranha bem- intencionada.


Cena um:
O Gafanhoto tenta convencer a Aranha de que um colega de trabalho dos dois, o Camaleão é um hipócrita de carteirinha.
- Esse Camaleão é um fingido Aranha. Sempre mudando de cor conforme a ocasião.
- Mas essa não seria só a natureza dele, Gafanhoto? Ele não foi criado desse jeito?
- Nada! Antigamente, ele fazia o mesmo que nós, Dava duro para ganhar a vida. Depois virou esse artista em tempo integral. Sempre escondido atrás de disfarces e artimanhas.
- Mas porque ele faria isso?
- Para tirar proveito da situação. Ele fica ali, na moita, com aquela cara inofensiva, mas na primeira oportunidade, abocanha os descuidados.
- Puxa é verdade. Eu , que passos horas tecendo a minha teia no maior capricho...
- E eu que fico pulando de um lado para o outro sem parar? É por isso que vivo estressado. Se me distraio, o Camaleão solta a língua e me pega.
- É mesmo, se você não abre os meus oito olhos, eu nunca teria pensado nisso.
- Porque você é singela e bem-intencionada. Sabe como chama o que a Camaleão está fazendo? Competição desleal no local de trabalho.
-  Faz sentido. Você é um sábio Gafanhoto
- Obrigado. Mas o ponto é que não podemos nunca confiar no. Camaleão.
- Será que não há um jeito de neutralizá-lo?
- Bom, para o nosso benefício mútuo, eu acho que tenho um plano infalível.
- Tem? -Perguntou a Gafanhoto.
- Tenho. Escute.

Cena dois:
O Gafanhoto se aproxima para escutar o plano da aranha. E se enrosca na teia. Imediatamente, ela o pica e começa a embrulhá-lo para o almoço.
- O que você está fazendo Aranha?  Nós não somos colegas e parceiros?
- Não leve a mau , caro Gafanhoto, mas essa é a lei aqui na selva: Boa intenção é uma coisa e prioridade pessoal é outra...


Fábula grega em dois atos
(desconheço o autor)

Wanderley Elian

quarta-feira, 21 de julho de 2010

terça-feira, 20 de julho de 2010

Limítrofe


As horas não passam, cada minuto dói
vamos acabar com isso, por favor,
não aguento esperar,
o que tenho que fazer para exorcisar?
O vazio cresce, o buraco é grande,
sai sangue, já posso ver a carne viva.
Ele acordou, corre feito sangue.
Desejo de vomitá-lo.
Expurgá-lo.
Estou exaurido, dói, é sofrido.
Desacoplar.
Fúria inevitável,
não sei o que fazer.
Pedir a Deus.
Pedir ao diabo.
Não posso enlouquecer.

José Henrique LAC

Wanderley Elian


segunda-feira, 19 de julho de 2010

COMUNICADO


Queridos amigos e amigas

De 20/07 a 02/08 estarei viajando para curtir minhas férias. Como não tenho Notebook (Probrezaaaaaaaa),não poderei visitá-los.
As postagens continuarão acontecendo, e conto com as costumeiras visitas e gentilezas de vocês. Quando voltar, aos poucos colocarei minhas visitas  em dia.
Beijos a todos (já estou com saudades)

Wanderley Elian

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Arrogância

Diga aí: Você já conviveu com pessoas "donas da verdade"?
Com alguém que sabe todas as soluções, e que inclusive que mandar na sua vida?
Arrogantes, prepotentes, autoritários...de difícil convivência. Pessoas fechadas na sua própria realidade, e não aceitam opinião diferente da sua, e tentam impor, minuto a minuto, sua realidade aos outros.
Se o "manda chuva" está triste, ninguém pode estar feliz. Se não gosta de fulano, ninguém pode gostar também, porque a final, fulano "não vale nada". E nem tente dizer o contrário. É discussão certa...
Tais "manda chuvas" sobrepõem seus juízos cotejando tudo que os outros dizem com suas próprias experiências, como se sua vida tivesse o condão de reger a dos outros.
Triste é o fato de tais indivíduos, e não são raros, estão se condenando, cada vez mais, a um futuro desastroso e solitário, uma vez que não possuem conteúdo interior, e como não ouvem,  jamais irão aprender o suficiente para adquirir tal qualidade, indispensável para a felicidade terrena.

Adaptado do texto de Elcio Lourenço 

Wanderley Elian

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sobre o Amor, Progresso e Solidão


Em meio a tanto progresso e avanço tecnológico que vivemos hoje, é interessante constatar como as relações afetivas continuam conservadoras e obsoletas. Vivemos constantemente na premissa do amor romântico onde o outro tem que nos servir constantemente, insto é, o outro se torna um objeto que tem de me fazer feliz e fazer  com que me sinta completo e desejado.
Em meio a tanto discurso de progresso, hoje o que se busca não é uma relação onde existe individualidade, respeito, felicidade e o prazer de estar junto. Prevalece ainda a relação de dependência em que um responsabiliza o outro pela sua felicidade ou tragédia. O amor romântico nos mantém presos e divididos.
Ficar sozinho se torna algo a ficar doente, sinônimo de infelicidade e derrota. Este processo de divisão onde só posso ser feliz encontrando minha metade historicamente tem levado um dos dois ao cárcere da submissão. Alguém abandona seus projetos para se amalgamar ao projeto do outro. Essa é a intimação do amor romântico: o outro tem que saber o que não sei e vice-versa. Uma idéia funcional, prática e trágica.
A idéia de hoje deveria ser parceria. Deveríamos trocar o amor de necessidade, pelo amor pelo amor de desejo, isto é, eu gosto e desejo a companhia do outro, mas não necessito, o que é bem diferente. É interessante constatar que com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, paradoxalmente as pessoas morrem de medo de ficar sozinhas e não aprendem a conviver bem com elas mesmas.
A globalização que deveria nos aproximar mais, pelo contrário, deixam-nos reféns de relações que continuam a ser de dominação e concessões exageradas. A idéia de alma gêmea nada mais é do que a invenção do outro ao nosso gosto e prazer.
Não deveríamos mais nos sentir metades nem fragmentados. Somos inteiros. O outro que se estabelece o elo não é o príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas mais um companheiro de viagem. Estamos na era da individualidade, porém nos tornamos egoístas. A individualidade não tem nada a ver com o egoísmo, pois o egoísta sempre se "alimenta" da energia do outro seja ela financeira ou moral.
Em tempos modernos, o amor deveria ter mais sentido, feição e significado. Deveria unir  pessoas inteiras e não juntar metades. Esta nova relação só será possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o sujeito conseguir trabalhar sua individualidade mais estará preparado para um encontro fundamental.
Às vezes a solidão é boa, ficar sozinho não é algo que temos  de nos envergonharmos, ao contrario, ela dá dignidade a pessoa e boas relações são bem parecidas com ficar sozinho. O paradoxo da alteridade é esse: estamos unidos, porém separados. Ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Deveríamos ficar  sozinhos de vez em quando para construir um diálogo interno e descobrir nossa força pessoal. Na solidão, ainda que indesejável companheira, o indivíduo compreende que repouso e a paz só podem ser encontrados dentro dele mesmo e não a partir do outro.
Ao perceber isto, nos tornamos mais tolerantes e compreensivos em relação as diferenças respeitando a maneira e o limite de cada um. Na comtemporaneidade o amor de duas pessoas inteiras seria bem mais interessante e saudável, pois neste tipo de ligação há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

(adaptado do texto de Samuel Franco (psicólogo))

Wanderley Elian



quarta-feira, 14 de julho de 2010

Epitáfio (poetrix)


Sempre gostou de flores,
escreveu seu epitáfio,
e gravou numa
lápide de mármore:
Aqui jazmim.

Wanderley Elian

terça-feira, 13 de julho de 2010

Nobreza


Nossa velha amizade nasceu
De uma luz que acendeu
Aos olhos de abril
Com cuidado e espanto eu te olhei
E no entanto você sorriu.

Concedendo-me a graça de ver
Talhado em você a nobreza de frente
O amor se desnudando
No meio de tanta gente.

Um doce descascado para mim
Eu guardo para o fim
Para comer demorado
Uma grande amizade é assim
Dois homens apaixonados.

E sentir a alegria de ver
A mão do prazer acenando pra gente
O amor crescendo enfim
Como capim pros meus dentes.

Djavan

Wanderley Elian


segunda-feira, 12 de julho de 2010

Buquê de versos

Fiquei por um instante
de fôlego leve, feito chama de vela
caçando um jeito de fazer justiça
aos meus olhos

olhos que por culpa de encanto
se tornaram prisioneiros da beleza
vermelho-rósea de teus passos de aço e flor

(que me lembraram a fogosura da lua
passeando no fim de tarde)

Foi então que após degustar
as sete chamas que saltibancam
dos teus dedos, resolvi plantar
um buquê de versos na esperança
de fertilizar tuas manhãs de domingo.

Jonas Pinheiro de Araújo


Wanderley  Elian

sexta-feira, 9 de julho de 2010

De fininho


Olhei para o espelho e encontrei um estranho. Os cabelos um pouco mais
compridos, o rosto parecendo mais delgado por causa dos óculos pretos,
a camisa aberta somente até a casa certa. Mas eram os olhos que denun-
ciavam o semblante: o outro me via, e também não me  conhecia,  dis-
farcei e sai, de fininho.

Rodrigo Volpini

Wanderley Elian

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Ovos quebrados





Chega um momento em que a relação precisa quebrar os ovos. É bom estar preparado. 
Será como o trabalho doméstico: transparente. Lava-se louça, roupa, estende, retira os vincos com ferro, limpa casa, recolhe o lixo, arruma os brinquedos e os filhos nem reparam que tudo está novamente no lugar e no armário, apesar da bagunça feita recentemente. É óbvio que não vão agradecer. É o que chamo de passado secreto. Aconteceu, mas não merece memória. Entretanto, a raiva fica: não fui valorizado e resta um desmemoriado mal-estar. 
Minha namorada resolveu comer omelete. Ela já fez o prato outras vezes em seu apartamento. 
Estava em casa e me antecipei na captura dos ingredientes, louco para agradá-la. Mas a minha menção de executar a tarefa a desagradou. Entenda, é o passado secreto. O ardiloso passado secreto. Com minha efusiva disposição, ela desconfiou de que não gostava de suas omeletes e que somente agora, decorrido um ano, estava com coragem de falar. 
Raciocinei que significava uma informação dispensável, meu modo era dourar os dois lados e o dela era envelopar a massa ao final, mas ela tratava o assunto com tamanha energia que até me assustou. 
- Quer que eu faça? 
- Não gosta do jeito que faço? 
- Gosto, é que eu mostraria minha predileção... 
- Gosta nada, quem já fez omelete para você? Quer do jeito de quem? Confessa? 
- De ninguém. 
- Ora, vai nessa, qual é a receita? Com queijo ralado, requeijão, fatias? Por que nunca me disse que não gostava da minha omelete? Eu me sinto uma idiota... 
- Eu gosto, só busquei uma maneira diferente. 
- Que maneira? 
(Daí eu me danei) 
Levaremos mais tempo discutindo na tentativa de prevenir a discussão. A conversa durou duas horas. Duas horas sobre absolutamente nada, a não ser o medo do que não foi vivido junto. Se aliso seu umbigo, acreditará que repito um convite libidinoso com uma antiga namorada. Quanto mais a gente se entrega, maior é o pânico de estar sozinho na doação, de ser uma miragem afetiva. Tanto que após desfiar um "eu te amo tanto", não ouse nunca mais declarar "eu te amo" - é como se amasse menos. 
O ciúme está dobrado em cada gesto, fazendo contas e pedindo estornos. Não há saída; passe manteiga na conversa, aqueça a frigideira e admire os ovos quebrados na pia. 
Repare como o negócio é tinhoso. Durante as compras, no caixa, costumava perguntar se ela estava naquele momento com troco. Não falava dinheiro, mas troco. Uso troco para tudo. Para quê? Ela já formulou uma tese de que empregava o código com a ex. Igual sina em nossas rotas românticas. Relaxados, sozinhos e prontos para namorar, peço que ela me alcance o champanhe do balde: - Por favor, me passe a "champs"? “Champs”? Feito o entrevero. Usava também esse dialeto com a ex. 
O grave é que ela tem razão. Só não desejava brigar, ainda mais quando não tenho defesa. Ela poderia ser mais justa e me dar tempo para preparar uma mentira.

Fabrício Carpinejar 

Wanderley Elian

quarta-feira, 7 de julho de 2010

O extremo do amor


Acho que vou 
morrer,
só para ver se 
você chora,
se você sente
saudade,
se você descobre
que  me
ama.

Wanderley elian

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sou brega


Gosto de música
sertaneja,
escuto rádio AM,
compro roupa nas
lojas Americanas,
detesto pseudos
intelectuais,
mando mensagens
animadas para
orkut,
tenho flor de
plástico no vaso,
uso meia furada
mas, sou feliz comigo
mesmo.
Sou brega.
E daí?



Wanderley Elian
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